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Falar da pastoral do dízimo é colocar o “cristão inteiro” diante do Evangelho. O “cristão inteiro” é o cristão que vive mergulhado nas realidades terrenas, no mundo do trabalho, o cristão obrigado a suar para ganhar o pão de cada dia, o cristão que vive de salário, que lida com dinheiro, que se preocupa e sofre para sustentar a sua família nas incertezas do mundo atual, o cristão leigo, consagrado e enviado a ser fermento , sal e luz neste mundo, chamado pela sua vocação laical a transformar as realidades terrenas.

A pastoral do dízimo é dirigida principalmente a este cristão para que ele aprenda a conciliar a sua vida com as exigências do Evangelho. A experiência do dízimo significa na vida do cristão compreender o mandamento do Senhor, amando a Deus sobre todas as coisas, colocando o trabalho e o fruto do trabalho a serviço do Reino de Deus.

Nós costumamos fazer, todo mês, o orçamento familiar e distribuímos o nosso salário para as diversas necessidades da vida: alimentação, moradia, saúde, educação, lazer, etc. Jesus Cristo, no Evangelho, pede ao cristão que no orçamento não esqueça o Reino de Deus mas o coloque em primeiro lugar. “Buscai, primeiro, o Reino de Deus” (Mt. 6,33). A construção do Reino de Deus deve ser a primeira preocupação do verdadeiro discípulo de Jesus Cristo. Mas a construção do Reino de Deus exige, além do esforço pessoal, da oração e do sacrifício, meios materiais para as diversas atividades da evangelização.

A pastoral do dízimo faz com que nossas preocupações se voltem para esta exigência do Evangelho e separemos uma parte do nosso salário para cumprir com esta obrigação.

Bruno - Domenico Rossi Meac Dias D'Avila BA