Experiências

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Nunca, jamais, de forma alguma o dízimo deve ser encarado como um mecanismo de faturamento financeiro. O dízimo não pode ser confundido com uma fórmula mágica de resolver os problemas de caixa de uma determinada paróquia. Por quê? Porque se for encarado desta forma, a evangelização e a conversão dos cristãos à Palavra de Deus que orienta sobre o dízimo será deixada de lado e serão priorizados os mecanismos que garantem o resultado financeiro.

Essa foi uma das primeiras e mais preciosas orientações que a CNBB fez quando, nos idos dos anos 70 elaborou e divulgou o Estudo nº 6 – Pastoral do Dízimo, no qual dá um aprofundamento sobre a teologia, a espiritualidade e a prática do dízimo na igreja do Brasil.